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Senador de RO Marcos Rogério, usa Tribuna em Brasília para cobrar promessas do governador do Estado

Críticas ao governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, por não cumprir suas promessas de campanha.

Redação
Por: Redação Fonte: Rondônia Dinâmica
19/10/2023 às 14h24
Senador de RO Marcos Rogério, usa Tribuna em Brasília para cobrar promessas do governador do Estado
Reprodução

Nesta quarta-feira, o senador Marcos Rogério, representante do Partido Liberal de Rondônia (PL-RO), não poupou críticas ao governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, por não cumprir suas promessas de campanha. O foco de suas críticas recaiu sobre a revogação da licença para a construção do Hospital de Urgência e Emergência do Estado de Rondônia, conhecido como Heuro. Rogério foi derrotado por Rocha nas eleições de 2022 -- tanto no primeiro quanto no segundo turno --, quando tentou sucedê-lo no comando do Palácio Rio Madeira.

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Segundo o senador, o governador lançou a pedra fundamental para o Heuro em março de 2022, mas apenas protocolou a licença de obras em abril de 2023. Isso resultou em um atraso considerável, uma vez que a construção foi originalmente prometida para ser concluída em 30 meses. Marcos Rogério destacou a exploração dessa iniciativa como peça-chave em campanhas para a reeleição do governador de Rondônia, o que, na sua visão, revelou-se uma estratégia vazia.

Além disso, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, um aliado do governador Marcos Rocha, decidiu cassar a licença do Heuro, encerrando, assim, o que o senador chamou de "farsa do hospital inexistente" e da obra impossível.

O senador também abordou o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em Rondônia, que subiu de 17,5% para 21%. Ele argumentou que essa medida terá um impacto negativo sobre os consumidores, uma vez que os empresários não serão afetados da mesma maneira. Marcos Rogério ressaltou que houve uma tentativa malsucedida de criar uma taxa para o setor agropecuário.

Em sua conclusão, o senador enfatizou a importância de priorizar uma gestão eficiente e a redução de gastos antes de considerar o aumento de impostos. Ele enfatizou a necessidade de melhorar a governança e a gestão pública, em vez de transferir o ônus da irresponsabilidade para os contribuintes.

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