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Operação da PF mira funcionário da Caixa suspeito de facilitar assalto e esconder criminosos em Buritis (RO)

Segundo as autoridades, um funcionário do próprio banco é suspeito de atuar como “informante” e facilitador para o grupo criminoso.

Redação
Por: Redação Fonte: Gazeta Buritis
07/01/2026 às 11h06 Atualizada em 08/01/2026 às 18h09
Operação da PF mira funcionário da Caixa suspeito de facilitar assalto e esconder criminosos em Buritis (RO)

Uma investigação da Polícia Federal revelou detalhes alarmantes sobre a tentativa de assalto a uma agência da Caixa Econômica Federal em Buritis, ocorrida em janeiro de 2025. Segundo as autoridades, um funcionário do próprio banco é suspeito de atuar como "informante" e facilitador para o grupo criminoso.

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As investigações apontam que o servidor não apenas forneceu detalhes sensíveis sobre a rotina interna dos colegas e os valores disponíveis no cofre, como também teria alugado um imóvel para servir de base de apoio aos criminosos durante o planejamento da ação.

Operação e Prisões

Nesta quarta-feira (7), a Polícia Federal deflagrou uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Buritis, visando coletar novas provas contra os envolvidos.

(Imagem ilustrativa)

O caso teve início ainda no ano passado, quando três indivíduos foram presos em flagrante nas imediações da agência logo após a tentativa de invasão. Naquela ocasião, o grupo não conseguiu acessar o compartimento principal de valores, mas fugiu levando:

  • Duas armas de fogo

  • 22 munições O armamento pertencia à empresa de segurança privada que presta serviços ao banco. De acordo com a PF, foi o funcionário investigado quem indicou aos assaltantes a localização exata onde as armas eram guardadas.

Leia a matéria do caso clicando aqui: Ladrões furtam armas e rádio de agência da Caixa Econômica Federal em Buritis

Posicionamento da Instituição

Em contato com a Gazeta, a Caixa Econômica Federal informou que mantém um monitoramento contínuo de seus serviços e que coopera integralmente com as investigações. No entanto, o banco ressaltou que detalhes específicos sobre o caso são tratados sob sigilo.

A Polícia Federal segue analisando os materiais apreendidos nesta quarta-feira para identificar se houve a participação de outros servidores ou se o grupo planejava ataques a outras agências no estado.

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