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Deputado Fabinho cobra explicações da Energisa sobre falta de atendimento presencial e fechamento de posto em VG

Segundo o parlamentar, os consumidores seguem enfrentando diversas dificuldades ao buscarem atendimento

Redação
Por: Redação Fonte: Assembleia Legislativa - MT
27/05/2026 às 17h51
Deputado Fabinho cobra explicações da Energisa sobre falta de atendimento presencial e fechamento de posto em VG
Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Fabinho Tardin (Podemos) voltou a usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (27), para cobrar explicações da concessionária de energia Energisa sobre o atendimento digital implantado na única loja da empresa localizada no Centro de Várzea Grande e também sobre o fechamento do posto de atendimento do Ganha Tempo, no bairro Cristo Rei.

“Mais uma vez recebemos informações de que a Energisa não valoriza seus clientes. Não há respeito com o consumidor. A empresa implantou atendimento digital na única unidade que realizava atendimento presencial no Centro de Várzea Grande e, para piorar a situação, fechou definitivamente o posto que funcionava no Ganha Tempo, no bairro Cristo Rei”, afirmou o parlamentar durante sessão plenária.

Segundo Fabinho, apesar de a concessionária faturar bilhões e ter conquistado a renovação da concessão por mais 30 anos, os consumidores seguem enfrentando dificuldades, principalmente em Várzea Grande.

“Pessoas saem de bairros como o Sadia III e o Capão Grande apenas para emitir uma segunda via da conta e, quando chegam ao local, encontram somente canais digitais. Por isso, estamos apresentando mais um requerimento para que a Energisa responda o mais rápido possível e possamos resolver essa situação de uma vez por todas”, declarou.

Fabinho é autor da Lei nº 13.156/2025 , que obriga concessionárias e prestadoras de serviços a fornecerem faturas impressas, sempre que solicitado por consumidores idosos. O deputado também destacou as dificuldades enfrentadas por pessoas da terceira idade e moradores da zona rural diante da ausência de atendimento presencial.

“Temos pessoas que vêm de longe, da zona rural, além de idosos que têm dificuldade para lidar com ferramentas digitais. É inadmissível que uma empresa que arrecada bilhões por ano dos várzea-grandenses e dos mato-grossenses ofereça esse tipo de atendimento, sendo o único canal disponível ao consumidor”, pontuou.

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