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Estudantes conhecem espécies do cerrado durante visita ao Horto Municipal

Os alunos do Pré-II, da Escola Municipal Mundo do Saber, tiveram uma aula diferente nesta quinta-feira (14). No lugar das tarefas tradicionais em s...

Redação
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Sorriso - MT
14/05/2026 às 13h57
Estudantes conhecem espécies do cerrado durante visita ao Horto Municipal
Foto: Reprodução/Prefeitura de Sorriso - MT

Os alunos do Pré-II, da Escola Municipal Mundo do Saber, tiveram uma aula diferente nesta quinta-feira (14). No lugar das tarefas tradicionais em sala, as crianças visitaram o Horto Municipal Sebastião Almeida da Silva, em uma atividade que proporcionou novas descobertas sobre Sorriso.

Entre árvores, cantos de pássaros e o contato direto com a natureza, os estudantes participaram de uma trilha ecológica acompanhados por professores e profissionais do horto. A cada passo, surgiam novas descobertas e curiosidades sobre as espécies típicas da região. De forma leve, interativa e divertida, as crianças aprenderam mais sobre a vegetação do cerrado mato-grossense, conhecendo de perto árvores características do bioma, como o pinho-do-cerrado, além da importância da preservação ambiental.

A atividade faz parte das ações pedagógicas desenvolvidas pela escola dentro do mês em que Sorriso comemora 40 anos de emancipação. A proposta, segundo a coordenadora Ivane Cristina, foi proporcionar às crianças experiências que aproximem o conteúdo trabalhado em sala da realidade em que elas vivem.

“Estamos estudando o Município com as crianças e percebemos que muitas ainda não conheciam o Horto Florestal. Então pensamos nesse passeio justamente para que elas tenham essa experiência, conheçam mais sobre a cidade onde moram e entendam, desde cedo, a importância de cuidar da natureza. Foi um momento muito bonito, porque elas ficaram encantadas com tudo o que viram e aprenderam”, destacou.

Ela explica que experiências fora da sala de aula ajudam as crianças a absorverem o conhecimento de maneira mais natural e significativa. “Quando elas conseguem tocar, observar e vivenciar aquilo que aprendem, o aprendizado ganha outro sentido. A iniciativa reforça como atividades práticas e educativas podem despertar, desde cedo, o interesse das crianças pela preservação ambiental, pela natureza e pela própria comunidade”, completou.

  • Texto: Janaína Oliveira

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