
Caso repercute e reforça importância de acionar canais oficiais

O animal havia sido levado à unidade na última quinta-feira (26), quando foi diagnosticado com erliquiose (doença do carrapato), sarna e fratura em uma das patas dianteiras. Na ocasião, recebeu prescrição de medicamentos e foi liberado para tratamento domiciliar, etapa necessária antes da realização de cirurgia.
De acordo com a médica veterinária e coordenadora da clínica, Natália Macedo, o cachorro já estava em acompanhamento e aguardava evolução do quadro clínico. No entanto, em nova avaliação, foi constatado que o tratamento não estava sendo realizado conforme orientação, o que contribuiu para o agravamento do estado de saúde.
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A situação ganhou repercussão na última terça-feira (31), após imagens mostrarem o animal novamente na rua, debilitado. A partir disso, equipes da Coordenadoria de Proteção Animal realizaram o resgate.
Segundo o coordenador da proteção animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), André Oliveira, o atendimento segue um fluxo técnico iniciado a partir de denúncias da população. Ele destacou que, neste caso, não houve acionamento pelos canais oficiais.

O coordenador também reforça que a população não deve realizar resgates por conta própria, especialmente envolvendo animais desconhecidos.
“Além do risco de doenças, a pessoa pode colocar em risco a própria saúde e a de outros animais. O correto é acionar a equipe responsável para que o resgate seja feito com segurança”.
De acordo com o diretor de proteção animal, Yaylley Coelho, os atendimentos seguem critérios técnicos de prioridade.
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Ainda segundo o diretor, o caso chamou atenção pela necessidade de intervenção após o retorno do animal às ruas.
“Assim que tomamos conhecimento, a equipe foi ao local e realizou o resgate. O animal precisava retomar o tratamento para, posteriormente, passar pela cirurgia”.
O cachorro permanece sob cuidados da Clínica de Bem-Estar Animal, onde recebe acompanhamento veterinário e medicação para recuperação.
A Prefeitura reforça que casos de maus-tratos ou situações de risco devem ser denunciados pelos canais oficiais da proteção animal, pelo número (69) 98423-4091, com envio de fotos, vídeos e localização.
Texto:Helen Paiva
Edição:Secom
Foto:Hellon Luís
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)