
O Centro Especializado em Reabilitação (CER III) transformou a rotina de seus pacientes nesta segunda-feira, 23 de março. Em celebração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, a unidade realizou uma ação especial com o tema “O Amor Não Conta Cromossomos”, reunindo famílias e profissionais em prol da conscientização e do respeito às diferenças.

A unidade foi decorada com meias coloridas e diferentes, um símbolo global que reforça que ser diferente é normal e que cada indivíduo é único e especial. Durante o acolhimento e as consultas, os pequenos pacientes puderam pintar, brincar e participar de dinâmicas recreativas que transformaram o ambiente de cuidado em um espaço de pura diversão.
Um dos momentos mais marcantes foi o desfile inclusivo, que reuniu profissionais de saúde e crianças. Usando meias de cores vibrantes, sem formar par, o grupo desfilou para mostrar que o respeito e a alegria devem caminhar lado a lado no processo de reabilitação.

A unidade foi decorada com centenas de meias coloridas e desemparelhadas, seguindo a campanha mundial “Lots of Socks” (Muitas Meias). O uso desse acessório carrega significados profundos que foram compartilhados com os pacientes e familiares:
Durante o acolhimento, os pequenos pacientes puderam pintar, brincar e participar de dinâmicas recreativas. Um dos momentos mais marcantes foi o desfile inclusivo, que uniu profissionais de saúde e crianças. Utilizando meias vibrantes, o grupo mostrou que o respeito e a alegria são fundamentais no processo de reabilitação.
A iniciativa contou com o empenho de toda a equipe multidisciplinar. Para Neto Galvão, fonoaudiólogo do CER III, a ação vai além da festividade:
“Realizamos esse trabalho voltado para a conscientização. Reunimos pais, profissionais e nossos pacientes em atividades dinâmicas para representar as diferenças através das meias coloridas. É essencial trabalhar a inclusão no desenvolvimento dessas crianças e sensibilizar a sociedade para que entendam que as diferenças existem, mas devem ser respeitadas”, destacou o profissional.

A eficiência das políticas públicas de saúde do estado reflete no progresso das famílias. Maria Terezinha, vinda de Jordão, é mãe de Davi Lucas, de 1 ano e 2 meses. O pequeno recebe assistência da Sesacre desde o nascimento, com foco em fisioterapia.
“O atendimento no CER é muito bom para o desenvolvimento do meu filho, não tenho nada a reclamar. Ele tinha muitas dificuldades de se movimentar e agora já está engatinhando e sentando. É gratificante ver que ele está evoluindo e ficando cada dia mais forte e saudável”, afirmou Maria Terezinha.

Com essa ação, o Governo do Acre e a Sesacre reafirmam o compromisso com uma assistência que alia excelência técnica e acolhimento humano, garantindo que a inclusão seja uma realidade na saúde acreana.
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