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Aviação civil registra recordes históricos em 2025 e consolida bases para novo ciclo de crescimento em 2026

Setor supera marcas pré-pandemia, amplia a indústria nacional e reduz tarifas aéreas, com apoio de políticas públicas

Redação
Por: Redação Fonte: Ministério dos Portos e Aeroportos
19/01/2026 às 20h05
Aviação civil registra recordes históricos em 2025 e consolida bases para novo ciclo de crescimento em 2026
Entrevista coletiva na ANAC - Foto: sérgio francês/mpor

O ano de 2025 marcou um período histórico para a aviação civil brasileira, com resultados que refletem a retomada do setor, o fortalecimento da indústria nacional e a ampliação do acesso ao transporte aéreo. Os dados consolidados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e apresentados nesta segunda-feira (19), indicam que o Brasil alcançou o maior volume de passageiros, oferta e eficiência operacional desde o início da série histórica, que teve início em 2000. O cenário reforça as diretrizes e políticas públicas conduzidas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

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Segundo o levantamento, ao longo de 2025 foram transportados 129,6 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais, número 9,2% superior ao recorde anterior, registrado em 2019, e 9,4% acima do volume de 2024. O desempenho confirma uma trajetória de crescimento contínuo iniciada em abril de 2021 e consolida o setor aéreo como um dos principais vetores de integração nacional e desenvolvimento econômico.

No mercado doméstico, o Brasil superou pela primeira vez a marca histórica de 100 milhões de passageiros em um único ano, totalizando 101,2 milhões. O resultado representa um crescimento de 6,5% em relação ao período pré-pandemia e de 8,4% frente a 2024. Já no segmento internacional, o país registrou 28,4 milhões de passageiros, com alta de 20,2% em comparação a 2019 e o segundo ano consecutivo de recorde histórico.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho os resultados de 2025 mostram que a aviação civil brasileira vive um momento histórico. “Superamos os níveis pré-pandemia, com recordes de passageiros, maior eficiência operacional e tarifas mais acessíveis à população. Esse desempenho reflete uma política pública consistente, que fortaleceu a indústria nacional, ampliou a conectividade e criou um ambiente seguro para investimentos.” pontuou. Ainda segundo o ministro, para 2026 o objetivo é consolidar esse crescimento com responsabilidade.

Oferta e demanda

A expansão da demanda foi acompanhada pelo aumento da oferta. Em 2025, foram disponibilizados 159,5 milhões de assentos em voos domésticos e internacionais, crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior e acima do patamar pré-pandemia. O destaque ficou para os voos internacionais, que apresentaram aumento de 14,1% na oferta de assentos e bateram recorde histórico de crescimento pelo segundo ano seguido.

Outro indicador relevante foi a eficiência operacional das companhias aéreas. A taxa de aproveitamento (load factor) atingiu 83,6% nos voos domésticos e 85,8% nos internacionais, os maiores índices já registrados no país, evidenciando maior racionalidade na operação e melhor uso da capacidade instalada.

Os avanços também se refletiram na cadeia produtiva da aviação. Em 2025, a Embraer registrou crescimento de 18% na entrega de aeronaves, com destaque para os jatos executivos. O número de fabricantes nacionais aprovados pela Anac dobrou, passando de quatro para oito, e o país certificou o primeiro balão fabricado no Brasil, abrindo um novo segmento industrial. Além disso, o registro de Aeronaves Leves Esportivas cresceu mais de 50% em relação a 2024.

Tarifas médias

Do ponto de vista do usuário, o ano foi marcado pela redução real das tarifas aéreas. A tarifa média anual em 2025 ficou em R$ 647,67, mantendo a trajetória de queda iniciada após a retomada do setor, em 2022, e acumulando redução real de 10,9% no período. Mais da metade das passagens vendidas em 2025 tiveram preços abaixo de R$ 500, ampliando o acesso da população ao transporte aéreo.

Para 2026, a perspectiva é de continuidade do crescimento, com foco em investimentos, ampliação da conectividade aérea, fortalecimento da indústria nacional e melhoria permanente da experiência do passageiro. "O Ministério de Portos e Aeroportos seguirá atuando de forma integrada com a Anac e com o setor produtivo para garantir um ambiente regulatório estável, competitivo e alinhado às necessidades do desenvolvimento do país", garantiu o ministro.

Assessoria Especial de Comunicação Social

Ministério de Portos e Aeroportos

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