
O Governo de Rondônia, em resposta à detecção do vírus da influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) em aves brasileiras, instituiu estado de emergência zoossanitária. Esta medida preventiva proíbe, a partir de 21 de setembro de 2023, a realização de exposições ou qualquer evento que resulte em aglomeração de aves, mantendo-se em vigor por 90 dias.
Anteriormente, o Ministério da Agricultura já havia decretado estado de emergência zoossanitária por um período de seis meses devido à mesma preocupação. Embora nenhum caso tenha sido confirmado em Rondônia, oito ocorrências foram reportadas no Espírito Santo e duas no Rio de Janeiro.
A declaração de estado de emergência zoossanitária ocorre quando existe um risco iminente de uma doença se espalhar rapidamente entre animais. Esta ação do governo serve como um mecanismo proativo contra possíveis surtos. O termo "zoossanitária" refere-se especificamente a um alerta sobre contaminação entre animais e, neste contexto, não está diretamente relacionado à saúde humana. No entanto, é fundamental enfatizar a relevância das medidas preventivas, já que os seres humanos também podem ser infectados pela doença.