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Adolescente perde a vida após desenvolver coágulo cerebral associado ao uso de anticoncepcional

Layla sofria com intensos e dolorosos ciclos menstruais quando foi aconselhada a usar o anticoncepcional, que causou coágulo sanguíneo, diagnóstico tardio

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19/12/2023 às 21h20
Adolescente perde a vida após desenvolver coágulo cerebral associado ao uso de anticoncepcional
Reprodução - Reprodução/GoFundMe

No último dia 13 de dezembro, a estudante britânica Layla Khan, de apenas 16 anos, faleceu em decorrência de um coágulo no cérebro, possivelmente associado ao uso de seu anticoncepcional.

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Layla, que buscava alívio para ciclos menstruais dolorosos, começou a utilizar o anticoncepcional no final de novembro. Contudo, rapidamente, a jovem experimentou fortes dores de cabeça, acompanhadas de náuseas e vômitos, indicando possíveis complicações.

No domingo, 10 de dezembro, a situação se agravou, com Layla vomitando a cada 30 minutos. Ao procurar ajuda médica, a família foi surpreendida com o diagnóstico de um problema estomacal, sem indicação de transferência para a emergência. No entanto, seu estado deteriorou-se, culminando em uma queda no banheiro.

Submetida a uma cirurgia para tratar o coágulo cerebral, Layla não resistiu, e os médicos declararam a morte cerebral. Sua tia, Jenna Braithwaite, expressou perplexidade diante da sequência de eventos, questionando a ausência de sinais para uma intervenção emergencial.

Embora não haja confirmação direta de que o anticoncepcional seja responsável pelo trombo de Layla, estudos sugerem que contraceptivos podem desencadear resistência a anticoagulantes, aumentando o risco de formação de coágulos. O uso de pílulas com estrogênio, como a utilizada por Layla, eleva consideravelmente a probabilidade de trombose.

A morte cerebral, diagnosticada quando o cérebro não consegue manter as funções vitais, coloca em foco não apenas a perda irreparável da jovem, mas também levanta questões sobre a detecção precoce de complicações associadas a medicamentos.

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