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Spotify anuncia demissão de 1.500 funcionários e ações sobem em mais de 6%

Esta é o terceiro corte em massa realizado pelo Spotify — em janeiro, a companhia despediu 600 funcionários e, em junho, mais 200 colaboradores foram dispensados

Redação
Por: Redação Fonte: seudinheiro.com
14/12/2023 às 20h49 Atualizada em 14/12/2023 às 20h59
Spotify anuncia demissão de 1.500 funcionários e ações sobem em mais de 6%

Enquanto usuários ainda se divertem com a retrospectiva do Spotify, o serviço de streaming comunicou a demissão de 17% do quadro de funcionários, o que representa 1.500 colaboradores. O CEO da companhia, Daniel Ek, anunciou o corte da equipe nesta segunda-feira (04) em um e-mail enviado para a equipe.

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De acordo com o comunicado, a decisão tem o objetivo de reduzir custos da companhia, em meio ao aumento dos impostos.

“Olhando para 2022 e 2023, é realmente impressionante o que alcançamos. Porém, a realidade é que muitos desses resultados estavam ligados a maiores recursos. De acordo com as métricas, fomos muito mais produtivos do que eficientes em 2023”, afirmou Ek. 

Com o anúncio, as ações do Spotify subiram em 6,78%, a US$192,93 por volta de 13h desta segunda-feira (04). Na sexta-feira (1), os papéis da companhia haviam fechado em queda de 2,4%, a US$ 180,69.

 

Tempos difíceis: demissões do Spotify

Esta é a terceira demissão em massa realizada pelo Spotify. Em janeiro, a companhia despediu 600 funcionários e, em junho, mais 200 colaboradores foram dispensados.

Segundo o CEO, em 2020 e 2021, a companhia aproveitou o período em que o capital era mais barato e as companhias de tecnologia estavam ampliando suas equipes. 

“O crescimento econômico diminuiu dramaticamente e o capital se tornou mais caro, mais impostos (risadas)”, afirmou Daniel Ek por meio do comunicado.

De acordo com o pronunciamento, chegaram a ser cogitadas reduções menores e graduais durante os anos de 2024 e 2025. 

No entanto, considerando a diferença entre os objetivos financeiros e os custos operacionais da companhia, o CEO do Spotify considerou que “ações mais substanciais para ajustar os custos seriam a melhor opção”.

 

*Com informações da CNBC, BBC News e O Globo

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